Um método de justificar a autoridade ou os princípios políticos recorrendo a um acordo, real ou hipotético, entre pessoas livres e iguais.
Em mais detalhe
Hobbes, Locke e Rousseau usaram a ideia para explicar por que as pessoas deveriam aceitar o governo, chegando a conclusões muito diferentes: soberania absoluta, governo limitado baseado no consentimento e governo pela vontade geral. Rawls retomou o método no século XX com a posição original. Os críticos dizem que ninguém consentiu de fato e que o consentimento hipotético não obriga ninguém.