Ideia
Padrões sociais como a língua, os mercados e a common law podem surgir das ações de muitas pessoas, nenhuma das quais pretende ou projeta o resultado geral. Hayek, tomando de empréstimo a expressão de Adam Ferguson, chamou-os de resultado da ação humana, mas não do desígnio humano.
Teoria
Hayek distinguiu as ordens crescidas (cosmos) das ordens feitas (taxis). Em 'The Use of Knowledge in Society' (1945), argumentou que o conhecimento está disperso entre os indivíduos e que os preços ajudam a coordená-lo; em Law, Legislation and Liberty (1973–79), tratou as regras de conduta como evoluindo por seleção.
Exemplos reais
Exemplos comuns são a língua, a moral, o sistema de common law, a moeda e os mercados; a Internet também é citada.
Crítica
Os críticos observam que as ordens crescidas podem incorporar hierarquia e não são necessariamente eficientes ou justas. O trabalho de Elinor Ostrom mostra que as regras locais bem-sucedidas são frequentemente projetadas deliberadamente, monitoradas e aplicadas pelos usuários, e não meramente emergentes.
Resultados
Um referencial para argumentos liberais de mercado e de direito policêntrico, e não uma teoria única e testável. Ele molda o argumento em favor da elaboração descentralizada de regras.
Relacionados
Afirmações
Hayek distinguiu as ordens crescidas (cosmos), que são espontâneas, das ordens feitas (taxis), deliberadamente arranjadas por uma autoridade dirigente; ele tomou de Adam Ferguson a fórmula 'o resultado da ação humana, mas não do desígnio humano'.[1][2]
Histórico de revisões
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