Ideia
Todos os serviços normalmente prestados pelo Estado, incluindo a segurança e a lei, podem ser fornecidos por empresas concorrentes e associações voluntárias em um mercado livre.
Teoria
O ensaio de Gustave de Molinari de 1849 sobre a produção de segurança é a origem clássica. The Machinery of Freedom (1973), de David Friedman, apresenta um argumento consequencialista; Benson acrescenta argumentos históricos sobre o direito privado.
Exemplos reais
- Friedman aponta a Islândia medieval, onde a aplicação da lei dependia fortemente de ação privada.
- A segurança privada e a arbitragem desempenham papéis importantes dentro dos Estados modernos, mas sempre com o Estado como garantia de última instância.
Crítica
Nozick argumentou que agências de proteção concorrentes tenderiam a se consolidar em uma dominante — um Estado mínimo. Os críticos acrescentam que a aplicação da lei para os pobres e para terceiros é frágil sem um garantidor público.
Resultados
Não há nenhuma sociedade contemporânea organizada segundo linhas anarquistas de mercado. O conceito continua sendo uma teoria testada apenas em fragmentos.
Relacionados
Afirmações
Os anarquistas de mercado argumentam que o direito, a segurança e a resolução de disputas podem ser providos sem um monopólio territorial da força.[1][2]
Histórico de revisões
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