Na Comunidade da Islândia, o detentor de um cargo de chefia (goðorð) que liderava seguidores e tinha assento no conselho de leis; o cargo podia ser comprado, compartilhado ou herdado.
Em mais detalhe
Plural: goðar. Os agricultores escolhiam qual goði apoiar e podiam mudar de lealdade, embora os críticos enfatizem os limites dessa liberdade. Byock descreve os goðar como dependentes do consentimento da comunidade de agricultores, e não de um direito legal à obediência. Friedman trata o goðorð transferível como uma cadeira negociável no legislativo.