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Decide Madrid: A Critical Analysis of an Award-Winning e-Participation Initiative

Sonia Royo; Vicente Pina; Jaime Garcia-Rayado · Sustainability 12(4), 1674 · 2020

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Tipo
Artigo
Autor
Sonia Royo; Vicente Pina; Jaime Garcia-Rayado
Identificador
DOI 10.3390/su12041674
Acessado em
2026-09-01

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5 afirmações
EstabelecidoO Decide Madrid foi aberto em setembro de 2015, sob o governo do Ahora Madrid (no poder de maio de 2015 a maio de 2019). Até o fim de 2018, mais de 400.000 usuários haviam se cadastrado, e os orçamentos participativos atraíam a maior participação.EstabelecidoUma proposta cidadã precisava de 27.662 apoios para chegar a votação. Das 25.418 propostas feitas até o fim de 2018, apenas duas chegaram; a decisão do conselho municipal de que os resultados das consultas e dos orçamentos eram vinculantes não tinha cobertura legal e se apoia na Prefeitura.EstabelecidoO código Consul foi relatado em 2020 como adotado ou em implementação em mais de 100 instituições de 33 países; a Fundação CONSUL DEMOCRACY, fundada em 2019, informa hoje cerca de 350 governos e organizações que o utilizam desde 2015, sob a licença AGPL v3.EstabelecidoO Decide Madrid continuou em uso após a mudança do governo municipal em junho de 2019, com sete processos realizados até meados de janeiro de 2020, mas pesquisadores constataram queda da atividade em propostas e debates e criticaram a fraca transparência e o funcionamento de algumas ferramentas participativas.EstabelecidoOs orçamentos participativos de Madrid destinaram €60 milhões em 2016 e €100 milhões em cada um dos anos de 2017 e 2018 (1,2–1,8 por cento do orçamento municipal); das 25,418 propostas dos cidadãos apresentadas no Decide Madrid até ao final de 2018, apenas duas chegaram à fase de votação.