Um procedimento ateniense pelo qual os cidadãos podiam votar o banimento de uma pessoa proeminente por dez anos, sem julgamento e sem perda de bens.
Em mais detalhe
A Assembleia decidia primeiro, sem debate, se a votação seria realizada. Aristóteles atribui a lei a Clístenes; a Britannica data o primeiro uso de 488–487 a.C. e observa que caiu em desuso depois de cerca de 417 a.C. Mecanismos semelhantes existiram em Argos, Mileto, Siracusa e Mégara. O ostracismo difere do exílio romano, que implicava perda de bens e de status.