A prática da Comunidade de Oneida em que um membro permanecia em silêncio enquanto toda a comunidade ou um comitê enumerava suas faltas, usada como principal instrumento de disciplina e coesão.
Em mais detalhe
Noyes a descreveu como substituta da maledicência; recomendava-se ao visado que não respondesse, e os que permaneciam refratários podiam se retirar ou ser expulsos. Nordhoff, visitante na década de 1870, chamou-a de principal instrumento de governo da comunidade. A Britannica observa que as sessões, também chamadas de “curas”, eram uma provação que provavelmente tinha valor terapêutico, mas também funcionava como técnica de humilhação que impunha controle social. Relatou-se que a prática teve origem nos tempos de seminário de Noyes, em Andover.