Uma doutrina do movimento operário segundo a qual sindicatos revolucionários, usando a ação direta e, em última instância, a greve geral, devem assumir e dirigir a produção.
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Surgiu na França por volta da virada do século XX, e a Carta de Amiens da CGT, de 1906, afirmou a independência dos sindicatos em relação aos partidos políticos. Correntes semelhantes incluem os IWW nos Estados Unidos. Difere do sindicalismo voltado à negociação e, em sua forma anarcossindicalista, acrescenta a rejeição do Estado.